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Sinto o novo perfume de nostalgias passadas…

1 jul

Sinto o novo, o inusitado, a cada despertar. Tenho deixado não só as coisas fluirem por si só sem angústias ou tormentos, o tempo passa a todos nós e cabe a cada um de nós fazer a estadia de forma prazerosa e em paz. É o meu desejo, minha vontade, meu equilíbrio. Conquistar, gozar, padecer, suar, sentir frio. Ser a mudança no mundo, ser, viver, intensificar e mergulhar, provar, degustar.

Quero pulsar, pulsar e sentir o aroma nostálgico das segundas-feiras e dos dias demais, uma nostalgia do que passou a algum tempo e ao que vivi a menos de 5 minutos. Rir, sorrir, gargalhar e se possível chorar, com força, se necessário. Traçar e alinhar muitas metas me faz perder o pôr-do-sol, mas nem por isso torno-me relapsa, quero antíteses, metamorfoses, metáforas e exageros às vezes caem bem. Ser e estar, com ou sem nexo. Eu entendo e isso me é suficiente.

A vida continua passando e  eu aqui sentada com mãos inquietas e pernas vibrantes, ouço, respiro e vibro novamente com o passado de ontem e o hoje, músicas, músicas, pra rir, pra cantar alto, pra embalar os amigos, pra se ficar bêbado, conversar, dançar dançar e dançar, pra batucar e tocar air drums por aí, pra cantar sozinha e pra cantar no chuveiro, pra sussurrar, fechar e apertar os olhos, gozar, gritar, cravar as unhas, pesar o corpo, pra reunir, celebrar, sentir o vento, dançar na chuva, pra despedidas, entristecer, compadecer, sentir, com alma sempre. Quero sentir o orvalho às 06 da manhã, frio de serra, cheiro de mato, andar descalço e comer jabuticabas, beijar, abraçar, beijar, tomar uma geladinha e uma dose quente, rir e conversar até o sono chegar ou deixar os dias amanhecerem assim, virados, banho frio, morno, quente. Ver, ser visto, conhecer, agregar, reconhecer em si o outro e no outro si mesmo, cultivar em si o que deseja do outro e não ficar de braços cruzados esperando por uma inexistente perfeição ou relação simétrica, quero o oposto a invadir, receber e transmitir, o simétrico ao acaso.

Permitir-se a mergulhos intensos em uma lentidão de corpos espalhados pelo chão, respirar, percorrer horizontes, dormir, largar-se aos bons ventos que sopram, sentir apertos de saudade por quem está longe em espaço, sentir-se perto, conecto em alma, espírito, ser e dar o valor a cada pedaço de si e a cada pessoa responsável pela obra.

E pra variar eu nada sintática, perdi-me, em palavras mal encaixadas e escolhidas nada minuciosamente, não me importo, quero ao máximo, desfrutar sem pressa, sem pensar no amanhã ou daqui 1 mês ,mais finais de semana, mais convivência harmoniosa aqui dentro, brigadeiro de ovomaltine, filmes, cigarros, muito sono e pouco sono, insaciável, pizzas, chêros. Quero, desejo muito pra mim e o mesmo a você, muitas doses de tudo que vier, até dos extremos, viver, pulsar…

Embalaram o post: Radiohead, Chico Buarque e Jeff Bucley.

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“All we care about is talking”

18 maio

Música, música, amiga, risadas e muitos papos. Até o sol estar de rachar, é o que importa e o melhor é decorrer assuntos sem gênero ou com linha de raciocínio lógico, romper (pré)conceitos, doer a barriga de rir, andar, andar, pensar… Aprendendo a ser auto-sufiente o bastante pra eu mesma tirar os pés do chão!

“And we don’t care about the young folks
Talkin’ about the young style
And we don’t care about the old folks
Talkin’ about the old style too
And we don’t care about their own folks
Talkin’ about our own style
All we care about is talking
Talking only me and you…”

Ô, delícia!

12 maio

Ao som de Dubstrong, Tamempi, Mutantes, Raulzito, Cordel, Caetano, Júpiter Maçã e por aí vai… quebradêra! “Pode crer, tu é funk até o caroço!” Música, música, artes, cores, texturas e sonhos estranhos em preto e branco. Sofá, filmes, edredom novo amarelo e colorido! Tá só esperando pra curtir um friozinho!

Quer psicodelia? Vá a Marancagalha, se esbalde nas músicas e olhe o telão: filme de “cangacêro”, cores, cores muitas, gente na paz, ah, uma fila grandinha, mas que compensa! E como diz a minha mãe a Gafiera Elite é uma gostosura! A minerada lá de casa até que é “puxada” numa “carioquice”, rs.